|
Professor rebate, na TV Cidade Livre, as mentiras sobre o livro didático que gerou polêmica
Publicado em 14.06.11 – Por Beto Almeida
Cinco mitos sobre a idade da informação
[Publicado em 20/4/2011 - Por Robert Darnton] Reproduzido de The Chronicle of Higher Education,17/4/2011; este texto baseia-se numa palestra que o autor fez em março sobre o "Futuro das Humanidades", no Council of Independent Colleges Symposium, em Washington; tradução de Jô Amado
Gaudêncio Frigotto fala sobre Dicionário de Politiquês
[Por Gaudêncio Frigotto] A ideia chave do Dicionário de Politiquês é que o intelectual, como o artista, para cumprir seu papel tem que estar onde o povo trabalhador está e efetivamente comunicar-se com ele. Vito Giannotti, um intelectual que provém da classe trabalhadora e vivencia as suas lutas, experiências, saberes, limites e dificuldades, como poucos entendeu a importância da mensagem de Gramsci sobre a necessidade de elevação moral e intelectual dos trabalhadores para sua organização e luta por seus interesses. [31.01.2009]
Linguagem: dez anos de militância perdidos
[Por Gas-PA/ Coletivo Hip Hop LUTARMADA] Em 1992, nós, do Hip Hop, começávamos a nos organizar. E esse foco de organização juvenil de periferia e favelas despertou a atenção de alguns sindicatos, setores do movimento estudantil e alguns militantes da esquerda partidária. A despreocupação da esquerda com o fato de não estarmos entendendo aquele processo e tudo que se debatia naqueles grupos, aos poucos foi nos expulsando até que em dois anos nenhum de nós mais resistia às barreiras impostas pela linguagem. Dez anos se passaram para que eu entendesse que se eu tinha muito que aprender com a militância de esquerda, também tinha uma coisa muito importante para ensiná-la: a linguagem é uma poderosa arma na disputa das consciências.
As lições do Dicionário de Politiquês: pesquisar e traduzir
[Por Vito Giannotti] Se tivéssemos que resumir em duas palavras o conteúdo do Dicionário de Politiquês diríamos tranquilamente: Em primeiro lugar, pesquisar. Em segundo, traduzir. Esta é a síntese destas páginas. Pesquisar qual língua nosso leitor ou ouvinte de um programa de rádio ou de um discurso fala e entende. [08.02.10]
Resenha do livro Muralhas da Linguagem, de Vito Giannotti
[Por Fernando Nunes Patrício/ Marlise de Cássia] O autor do livro Muralhas da linguagem, Vito Gianotti, defende que não é justo o Brasil ser tão rico como produtor de samba, carnaval e futebol e ocupar o último lugar no que se refere à capacidade de seus alunos para interpretar um texto.
Comunicação é diálogo
[Por Eugênio Bucci] Ninguém é dono da razão final a priori. A razão não se impõe pela propaganda, pelo monólogo do proselitismo. Ela só adquire validade quando faz sentido natural para o conjunto dos interlocutores - e comunicar é justamente isto: tecer o sentido comum. Comunicar é buscar pontes de entendimento. É dialogar.
Alfabeto passa a ter 26 letras
Comunique-se- Está para entrar em vigor a unificação da Língua Portuguesa que prevê, entre outras coisas, um alfabeto de 26 letras. Fonte: Fonte: www.comunique-se.com.br [04.2007]
VERBOS NOVOS E HORRÍVEIS
Por Ricardo Freire. Todos os dias, os maus tradutores de livros de marketing e administração disponibilizam mais e mais termos infelizes, que imediatamente são operacionalizados pela mídia, reinicializando palavras que já existiam e eram perfeitamente claras e eufônicas.
30 DICAS PARA ESCREVER BEM
Por João Pedro, professor da Unicamp.
O profeta Gentileza
Por Leonardo Boff. No dia 17 de dezembro de 1961 ocorreu um fenomenal incêndio do Circo Norte-americano em Niterói, no Estado do Rio de Janeiro, vitimando cerca de 500 pessoas. Tal fato, como nos tempos bíblicos, serviu de estopim para o surgimento de um profeta, o Profeta Gentileza que no dia 11 de abril celebraria, se vivo fosse, 90 anos. José Datrino era seu nome, caminhoneiro do bairro Guadalupe no Rio de Janeiro.
Por que acentuamos Petrobrás
Por Alessandra Murteira - Em resposta aos petroleiros que nos criticam pelo fato de estarmos acentuando Petrobrás em nossos boletins e informativos, fazemos os seguintes esclarecimentos. [11.04.2007]
Xama e atensão
Por Carlos Heitor Cony. Não sou pela correta grafia das palavras nem pela gramática correta; ambas são convenções. (27.11.2006)
Um ou dois comentários sobre a "Mídia empresarial cria novos jornais para “não-leitores”.
Por Ana Lúcia Vaz. Fiquei com vontade de acrescentar dois elementos a esta reflexão do BoletimNPC nº 88. Em primeiro lugar, chamar a atenção para a tendência das empresas em geral de criarem uma linha "popular" de seus produtos, o que na língua deles significa: mais barato e vagabundo.
Malandragem visual
Por Gustavo Barreto, 5 de setembro de 2004. Para convencer seus leitores de que o país, adotando a ortodoxia da economia de mercado, irá alcançar um crescimento sustentável com distribuição de renda, os editores do jornal O Globo não só reproduzem um noticiário amigável ao governo e aos investidores internacionais. A comunicação possui técnicas pouco conhecidas do público, mas fartamente utilizadas pelos profissionais de mídia e muito estudadas no meio acadêmico.
Caco Barcelos: Indústria da segurança alimenta a retórica conservadora
Por Juliana Andrade
Os narradores mudos de Javé
Por Sérgio Domingues
Linguagem: acesso e distância do poder
Por Claudia Santiago, novembro de 2001
Bonner & Homer. Por que o Jornal Nacional adora Homer Simpson
Por Sérgio Domingues
A revista CartaCapital (nº 71, dezembro de 2005) trouxe uma excelente reportagem chamada "De Bonner para Homer". Ela dá pistas sobre os mecanismos que o mais assistido telejornal do país utiliza. Entre eles, explicar para esconder e transformar o negativo em positivo. (...) Dezembro de 2005
Sobre a necessidade de ser claro
Por William Bonner .
Matéria assinada pelo jornalista e professor Laurindo Lalo Leal Filho ("De Bonner para Homer"), publicada na edição com data de 5/12 da revista CartaCapital, provocou uma resposta de William Bonner, editor-chefe do Jornal Nacional. Instado pelo jornalista Claudio Tognolli (de quem foi colega de turma na ECA-USP) a comentar o texto de Lalo, Bonner redigiu a manifestação reproduzida no Observatório da Imprensa e divulgada pelo Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal. (...) Dezembro de 2005 nosso projeto, a nossa ideologia. Por Regis Moraes, maio de 2005
Jornais, manchetes e números — sejamos sempre um pouco desconfiados...
Por Regis Moraes, maio de 2005..."A manchete é a bandeira do dono do jornal"; Jornais – impressos ou eletrônicos - costumam, periodicamente, "retratar" o desempenho da economia e do governo. Para isso, precisam trabalhar com medidas, indicadores quantitativos. Contudo, os indicadores que construímos (nós ou eles) não são neutros, não são independentes do lugar em que estamos, na sociedade. E não são independentes do rumo que pretendemos dar à sociedade – o nosso projeto, a nossa ideologia.
As formas não se opõem à arte de escrever
Por Carlos Chaparro. É lamentável que a narração jornalística se tenha desumanizado, a ponto de nela se valorizarem coisas como índices e percentagens, mais do que falas, emoções e identidades humanas. Entretanto, continua a haver espaço para rebeldias criativas nas redações. Até porque é sempre possível dar trato de arte ao texto jornalístico – qualquer que seja a forma.
Núcleo
Piratininga
de Comunicação
—
Voltar |